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Actividade
Canyoning
O Canyoning é uma actividade praticada no meio natural, com o objetivo de explorar os cursos de água no sentido descendente, levando os praticantes a percorrer locais de grande beleza, em ambientes inóspitos. Dependendo da morfologia dos itinerários, são utilizadas diversas técnicas associadas à Espeleologia, ao Montanhismo, à Escalada e à progressão aquática com base na Natação.
Uma atividade de Canyoning, para além da envolvência do itinerário a descobrir, pode ter marchas de aproximação e de saída, por vezes com dificuldade elevada. O “Canyon” é a parte do curso de água com interesse para a prática do Canyoning e pode ter diversas morfologias tais como, cascatas, ressaltos, lagoas, tobogãs, blocos rochosos, areias, ou simplesmente o leito moldado em maciços rochosos. Estes obstáculos são ultrapassados com recurso a manobras de corda, onde o rapel predomina, mas destrepar, saltar para a água, nadar, flutuar ou simplesmente andar a pé, são ações comuns na progressão.
Dificuldade
O Canyoning é uma actividade exigente quer a nível físico/psicológico, quer a nível do desempenho técnico. Muitos itinerários têm acessos difíceis, e mesmo salvaguardadas as bases de conhecimento, capacidade dos praticantes, prevenção e segurança, os riscos associados sugerem que a actividade não seja banalizada, nem massificada, nem divulgada de forma “gratuita”.
A dificuldade dos Canyons é determinada pela sua extensão, pela complexidade dos obstáculos a transpor, a verticalidade, as técnicas utilizadas na progressão e pelo caudal, que é o mais variável dos factores referidos.
À parte dos elementos naturais, a actividade tem de contar com o comportamento de cada um dos praticantes, que muito pode influenciar a progressão e a segurança de um grupo.
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Eventos & Formações
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Região do Norte
Arado – Gerês
Dificuldade: média
Poço do Mouro – Cabril
Dificuldade: v3a3
Poço do Mouro – Cabril
Dificuldade: IIv3a3
Rio Âncora – Caminha
Dificuldade: v3 a3
Rio Poio – Serra do Alvão
Dificuldade: IV, a3
Rio Saltadouro – Ruivães
Dificuldade: v3 a3
Rio Germil – Ponte da Barca
Dificuldade: v4 a3
Rio Olo
Dificuldade: III/IV, v4 a5
Rio Arado Inf.
Dificuldade: III, v3 a3
Rio Ave
Dificuldade: II, v4 a4
Rio Carcerelha – Gerês
Dificuldade: II, v3 a3
Rio Conho – Gerês
Dificuldade: III, v4 a4
Rio Cabrum
Dificuldade:
Rio Fafião Inf.
Dificuldade:
Região do Centro
Ribeira das Aguieiras – Arouca
Dificuldade: III, v3 a2
Ribeira das Aguieiras – Arouca
Dificuldade: baixa
Rio de Frades – Arouca
Dificuldade: baixa
Ribeira de Vessadas Sup. – Oliveira de Frades
Dificuldade: II, v4 a3
Rio Lordelo – Couto de Esteves
Dificuldade: v3 a3
Rio Paraduça – Aveiro
Dificuldade: v3 a2
Rio Teixeira – Serra da Freita
Dificuldade: II, v4 a3
Ribeira da Castanheira
Dificuldade: III, v3 a2
Ribeira de Pena Amarela Superior
Dificuldade: III, v4 a3
Ribeira de Pena Amarela Inferior
Dificuldade: II, v3 a1
Ribeira de Quelhas – Castanheira de Pera
Dificuldade: II, v3 a2
Ribeira do Côto do Boi – Arouca
Dificuldade: II, v2 a1
Rio Caima (Frecha da Mizarela)
Dificuldade: III, v5 a3
Rio Frades Sup. – Arouca
Dificuldade: III, v4 a2
Rio Frades Inf. – Arouca
Dificuldade: II, v3 a2
Rio Lordelo – Aveiro
Dificuldade: III, v3 a3
Rio Pequenino – Aveiro
Dificuldade: II, v3 a1
Rio Teixeira
Dificuldade: II, v4 a3
Açores
Ribeira das Cabras inf. – Faial
Dificuldade: III, v5 a1
Ribeira do Bom dia – Faial
Dificuldade: II, v3 a1
Ribeira do Serrado novo Inf. – Faial
Dificuldade: III, v4 a1
Cedro Med. e Inf. – S. Jorge
Dificuldade: III, v4
Meio Inf. – S. Jorge
Dificuldade: IIII, v5
Salto Inf. – S. Jorge
Dificuldade: IIII, v4
Salto Sup. e Med. – S. Jorge
Dificuldade: IIII, v3
Sanguinhal Esq. – S. Jorge
Dificuldade: IIII, v6
São Tomé Inf.- S. Jorge
Dificuldade: IIII, v4
Espanha
Fecha – Ourense
Dificuldade: